Comentários (13):
Em 13/12/1973, às 10:41:57,
João Gomes de Sá
disse:
Meu caro amigo poeta Klévisson!
Você, meu caro, é "mais ligeiro que coice de preá". Estava eu atenciosamente lendo o texto(cordel) que você me enviou para a minha modesta avaliação e apreciação, e já pensando na possibilidade de publicação e como seria a capa e principamente quando seria o lançamento e "de repente, não mais que de repente", você me presenteia o danado já "nos trinques". Olhe, meu caro poeta Klévisson, sinto-me gratificado.
Parabéns, o cordel está muito bem feito, sucinto, preciso, atual, atuante,comovente e gracioso.
Rapaz, mande logo o meu exemplar e tantos outros para eu negociar,divulgar,promover,entreter os leitores, sorrir, sonhar e "viajar".
Por isso que o mote cada vez mais vai conquistando espaço, atravessando fronteiras: É UM MUNDO DE CORDEL PARA TODO MUNDO!
Estou aqui: jgsacordel@ig.com.br
Em 13/12/1973, às 13:00:52,
ACADEMICO REX
disse:
Quando morreram LUIZ GONZAGA e NELSON GONÇALVES, dois dos maiores ícones da música brasileira, a imprensa brasileira limitou-se a pequenas matérias. Não foi nem dois minutos de JORNAL NACIONAL para cada um. Aliás, NELSON teve o azar de morrer na mesma semana que FRANK SINATRA, que ocupou a capa de TODAS as revistas brasileiras. Nelson saiu na página de "falecidos", em nota de rodapé. É a mídia a serviço da colonização e o povo embarcando na canoa...
Em 13/12/1973, às 13:01:02,
Claudio Fernandes
disse:
Admiro o talento dos dois poetas - JOÃO GOMES DE SÁ e KLEVISON VIANA. Entretanto, acredito que MICHAEL não foi para o portão celestial e sim para TERRA DO NUNCA... De onde nunca deveria ter saído.
Em 13/12/1973, às 13:01:10,
ZÉ MANÉ
disse:
Revendo aquela dança do Maiko Jeca é impossível não lembrar deste clássico de GONZAGÃO e JOÃO SILVA...
Dança COSSACO
COSSACO dança agora
Na dança do COSSACO
Não fica COSSACO fora... hei!
Em 13/12/1973, às 13:02:23,
MOCOTÓ DO REPENTE
disse:
Reconheço que a mídia
Vive de alarde e barulho
O Michael Jackson morreu
E a mídia foi no embrulho
Todo instante só se fala
Na morte desse “bagulho”.
A Globo botou até
Um repórter de plantão
Dia e noite, noite e dia
Lá na porta da mansão
Da família do finado
Só pastorando o caixão.
E o astro que parecia
Uma múmia com fastio
Agora está parecendo
Uma libélula com frio
Podem até rir, se quiserem
Mas eu, garanto, não rio.
Em 13/12/1973, às 13:08:29,
KLÉVISSON VIANA
disse:
ALIÁS, FOI A LITERATURA DE CORDEL QUE MAIS ÊNFASE DEU A VIDA E A OBRA DO REI DO BAIÃO... E MESMO DEPOIS DE SUA MORTE NÃO PÁRA DE HOMENAGEÁ-LO.
PARA O CORDEL NÃO EXISTEM CERCAS, BARREIRAS, NEM CANCELAS! ELE VEM CONQUISTANDO LEITORES NO MUNDO INTEIRO E SEMPRE TEVE A LIBERDADE DE ABORDAR QUALQUER ASSUNTO DE QUALQUER PARTE DO MUNDO.
SINATRA, NELSON GONÇALVES, LUIZ GONZAGA, MICHAEL JACKSON... FORAM, TODOS ELES, GRANDES ARTISTAS E NÃO SÃO CULPADOS PELA MEDIOCRIDADE DO MUNDO.
O QUE REVOLTA É O COLONIALISMO DA IMPRENSA BRASILEIRA QUE SÓ VALORIZA OS ARTISTAS DE FORA.
Em 13/12/1973, às 15:03:27,
Paulo Oliveira
disse:
A literatura de cordel, como disse o grande poeta Klévisson não pode se reservar ao direito de ficar confinada a esse ou aquele assunto só porque a mídia não dá valor a quem de fato o merece. Parabéns aos cidadãos do mundo Klévisson e João Gomes pelo bom gosto da abordagem e espero ansioso pela saida do cordel...
Em 13/12/1973, às 15:26:42,
Renato Alcantara
disse:
Já comprei este cordel na praça do ferreira é muito engraçado. parabens poetas.
Em 13/12/1973, às 15:27:14,
Gabriela Santos
disse:
Como diz o Jeovane Brotas vocês são felomenal.Consegui comprar na Livro Tecnico do Dragão do mar é maravilhoso, perfeito. Dei de presente pro meu marido e ele adorou.
Em 13/12/1973, às 15:30:55,
Valdecy Gomes
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e-mail
disse:
A literatura de Cordel não discrimina cultura de ninguém. Não dá para ficar falando em purismo, pois a própria cultura brasileira é uma amalgama de muitas outras. Ainda bem!
Lembro que um dos folhetos mais engraçados já escritos é a Carta de Satanás a Roberto carlos, é lindo! E o que é o Roberto Carlos, senão um produto da mídia?
A própria morte do Elvis Presley foi narrada em um folheto do poeta-reporter José Soares.
Em 13/12/1973, às 15:49:10,
Varneci Nascimento
disse:
Ao João Gomes e Klévisson,
Quero parabenizar
Porque não perderam
Trataram de trabalhar,
E produziram um cordel
Que tá espetacular.
Em 13/12/1973, às 17:55:40,
Raimundo Alves Barreto
disse:
Sensacional! Vocês poetas são demais. Parabéns e não ligue pra as críticas. Elas só vam quando trabalhamos. No mais, tiro o meu chapéu e espero que essa preciosidade chegue logo a Aracaju.
Em 13/12/1973, às 18:05:57,
Joâo Siqueira Queiroz
disse:
Quem publica esta página tem total liberdade de editar todos os comentários postados neste blog. Porém, por tratar-se de um espaço democrático deve-se acatar, também, as críticas, sejam elas construtivas ou não. Os comentários maldosos postados pelos colegas Claudio Fernandes, Zé Mané e Acadêmico Rex (Que sabemos, são todos o mesmo vivente) não merecem respostas, pois são de uma infantilidade tremenda!
Deixa estar.
É como diz o velho deitado... "É pra frente que as malas batem!"