Terra Terra Fotolog
SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO DE UBERLÂNDIA-MG

Postado por Robson Faria Arantes em 17/09/2009 22:09

Garagem Cidade Sorriso - Curitiba PR
Hoje coloco esta foto da garagem em Curitiba.


Comentários (19):

Em 17/09/2009, às 22:23:13, Henrique disse:
para curitiba, o filé. para Uberlandia, o osso... isso pq a sorriso é boa. imagine se ela fosse ruim!
Em 17/09/2009, às 22:33:05, Walter Lima Santos (Karisma Bus) disse:
TANTOS ARTICULADOS! AGORA, QUERO SABER DIFERENÇA ENTRE AS CORES.

fotolog.terra.com.br/karismabus
Em 17/09/2009, às 23:17:44, Diego nunes disse:
e ai robson,bela foto,tem ate um milleniun volvo ali,e os testes com a scania,vão dar certo? abraços
Em 17/09/2009, às 23:33:38, SAMUEL MOITINHO disse:
Por quê tratamentos tão desiguais para moradores de diferentes cidades servidas pela mesma empresa e que pagam o MESMO valor de passagem??

O Henrique disse tudo!! Para Curitiba o filé e para Uberlândia o osso, e olhe lá!!

Em todo caso, parabéns pelo registro...

Ainda tenho fé que um dia vou olhar pra dentro da garagem da Sorriso de Minas e ver uma frota assim!!

Abraço e boa noite!!
www.fotolog.terra.com.br/samuelmoitinho
Em 18/09/2009, às 00:17:33, BUS_CAMPOGRANDE | fotolog disse:
Bela foto dos articulados e dos bi-articulados.

Visitem e comentem:
http://fotolog.terra.com.br/bus_campogrande
Em 18/09/2009, às 07:29:52, LELIS | e-mail disse:
QUE IMAGEM MARAVILHOSA, TOMARA QUE UM DIA POSSAMOS TER ALGUNS DESSES. UBERLANDIA NAO COMPORTA BIARTICULADO, NO MAXIMO UNS ARTICULADOS NA T-121.
Em 18/09/2009, às 07:40:12, UBERBUSS | fotolog disse:
BELA IMAGEM ACHEI QUE ERA ALGUMA EMPRESA DE UBERLANDIA OLHANDO NAS FOTINHA PEQUENA RSRSS...BELO POST AMIGO..

VISITEM E COMENTEM!!!!!!!!

WWW.FOTOLOG.TERRA.COM.BR/CHICOBUSS
WWW.FOTOLOG.TERRA.COM.BR/CHICOBUSS2
Em 18/09/2009, às 07:49:17, Robson disse:
As cores destacam os tipos de linhas, da mesma forma que aqui é diferenciado.

Em Curitiba o sistema remunera as empresas através de KM rodada e quem controla é a URBS, diferente daqui que tanto com mais ou menos passageiros operamos a mesma quantidade de km e as empresas só são remuneradas pelo que transporta e nao pelo que roda.

Em Curitiba quem determina o modelo de veículo a ser colocado é a URBS pois ela paga pela depreciação dos veículos e que após o vencimento do uso do veículo do sistema ele passa a ser do sistema e não do empresário, lá eles ficam como alugados para as empresas, podem ver que as empresas sempre colocam juntos as novidades.
Em 18/09/2009, às 12:16:34, SAMUEL MOITINHO disse:
Aqui também que determina o tipo de veículo por linha é a prefeitura (SETTRAM). São especificados no edital.

Já a depreciação da frota é calculada e levada em conta - como o preço dos insumos do transporte e sua variação - quando da fixação do preço das passagens, como também consta no edital. Robson, como você deve saber, no edital consta um estudo de viabilidade técnica e econômica do SIT.

Com relação ao sistema de pagamento, o atual é favorável ao passageiro, visto que, quanto mais passageiros se transporta, mais a empresa ganha. É uma maneira de se fazer a s empresas investirem em QUALIDADE para atrair cada vez mais passageiros. Tal equilíbrio foi calculado levando-se em conta a frota proposta DESDE O INÍCIO DAS OPERAÇÕES, isto é, com PADRONS nas troncais, interbairros e em algumas alimentadoras, de modo que a falta de dinheiro ou o risco de quebradeira não podem ser invocados como motivador para aturarmos a frota que está aí...

Uma câmara de compensação equilibraria mais facilmente a balança para algumas linhas - a instalação de uma é prevista; basta os empresários e prefeitura se reunirem para implantá-la. Esta ajudaria a remunerar melhor as empresas que têm muitas linhas longas e de baixa demanda, pois atualmente, linhas deficitárias são cobertas pela própria empresa (por isso os três lotes são equilibrados em demanda), uma espécie de "câmara de compensação interna". De qualquer modo, cada empresa é responsável por aproximadamente 1/3 da receita total, o que não mudará muito mesmo com a implantação da câmara de compensação tarifária.

Em curitiba, os veículos são adquiridos pelos empresários e a prefeitura paga pela depreciação, e fica com eles ao final, cobrando aluguel dos empresários, pelo que entendi. É um "leasing" às avessas. Contudo, isso não desonera tanto assim os empresários, pois este paga as prestações e depois o aluguel, recebendo de volta a depreciação (que será gasta em parte alugando os carros...).

Abraço!!
Em 18/09/2009, às 12:50:28, Robson disse:
Samuel, hoje a Settran não tem como bancar uma camara de compensação, por isso que até hoje não foi implantado. pra ser implantado deverá adequar toda a operação desde quadr de horário até modelos de veículos para que se tenha os dados precisos e justos, pois hoje quem tem a froota mais velha ganha do mesmo que quem tem frota nova.

São coisas que devem ser discutidas mas com muita cautela e dados, pois até onde eu já vi, o prejuízo seria da prefeitura por não ter como custear esta camara de compensação.
Em 18/09/2009, às 12:55:46, Robson disse:
Tem meses que se transporta mais e tem meses que se transporta menos, mas a quilometragem roda do mesmo jeito, imagina que nós transportamos 1.300.000 pas/mes e rodamos 900.000 km/mes, no mes seguinte transportamos 1.200.000 pas/mes e rodamos 950.000 km/mes, o prejuizo é grande. Teria sim que ter a camara de compensação e este prejuízo teria que ser bancado pela prefeitura por administrar o sistema, é o que acontece com a URBS em Curitiba, mas lá eles tem recursos que custeiam estes prejuizos.
Em 18/09/2009, às 20:20:27, ArturBuss disse:
Belo registro da garagem de Curitiba...

Robson, por enquanto estou satisfeito com os Sveltos e os Mega da Sorriso, são MUITO bem cuidados, Mas espero q a Medio prazo troque por onibus mais espaçosos e confortaveis (Estou me referinso aos Sveltos) Mais de qualquer forma devo parabenizar a Sorriso de Minas pelo Exelente trabalho q vem fazendo em Uberlandia
Em 18/09/2009, às 22:36:30, Bruno Bus | página pessoal disse:
Só carrões da Sorriso,uma bela foto,espero que algum dia podemos ver alguma máquina dessas aqui na cidade.
Belo post!

VISITEM E COMENTEM:
http://fotolog.terra.com.br/brunobus
Busscar UrbanusS MB OH 1621L
Em 19/09/2009, às 01:05:42, SAMUEL MOITINHO disse:
Bem, quando as empresas assinaram o contrato, concordaram com todos os seus itens incondicionalmente. Ora, no próprio edital (Edital de Licitação de Concorrência Pública nº 850/2006) diz que, quando há DESEQUILÌBRIO FINANCEIRO no sistema, algumas medidas poderão ser tomadas, dentre elas o reajuste de passagem, a mudança dos padrões da frota, redução no número de viagens ou da quantidade de veículos, o corte de gratuidades e a INSTALAÇÃO DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO TARIFÁRIA (item 3.1.3, alíneas A a G). Ora, como já disse postagens acima, um estudo tarifário e de viabilidade do sistema está anexo ao edital, e todas as empresas concordaram com ele; não só concordaram, mas BRIGARAM por ele, uma vez que foi acirrada a disputa. Assim, se não foi instalada ainda, talvez seja porque a prefeitura assim não o quis - ou as empresas.

Com relação aos potenciais prejuízos por flutuações de demanda ou de aumento da quilometragem rodada no decorrer de diferentes épocas do ano, isso ocorre em praticamente qualquer lugar, em qualquer sistema de transporte, de modo que, certamente, isso também foi levado em conta (vide item 1.3.1 do Projeto básico, onde se mostra um relatório do mês de dezembro de 2008; outros meses também são disponíveis) e mais: você sabe tão bem quanto eu que em épocas de vacas magras a própria SETTRAN diminui o número de viagens em algumas linhas (horário de férias). Quanto a um potencial aumento de quilometragem, este quase sempre acontece para suprir uma nova demanda, ou seja, aumenta-se o número de passageiros na linha (ex: A435, que passou a atender o bairro Jardim Célia). a exceção se dá por eventos ou algum problema na via, mas dificilmente um desvio ocorre por mais de algumas centenas de metros.

Por fim, repito que, se os aspectos financeiros do sistema fossem tão ruins (as empresas os analisaram fiamente antes de qualquer medida, e concordaram com eles), a licitação seria deserta (sem concorrentes). Não foi o que se viu.

Cordiais abraços!!
Em 19/09/2009, às 01:24:10, SAMUEL MOITINHO disse:
Agora, concordo em gênero, número e grau contigo quanto ao risco que uma prefeitura corre ao instalar uma câmara de compensação. Se ela é mal gerida, a prefeitura é obrigada a arcar com os prejuízos. Isso ocorre, por exemplo, quando a prefeitura, para tornar mais atrativo seu edital, oferece, quer seja por quilômetro ou por passageiro, um preço pelo serviço que, algum tempo depois, torna insustentável o seu pagamento. Foi o que aconteceu em BH (mas não foi por causa dos perueiros...), onde a prefeitura ainda deve (acho que ainda não pagou pois a dívida era de dezenas de milhões de reais) às empresas. Foi por isso que, lá, tiveram que "abrir as pernas" e permitir a volta dos ônibus de motor dianteiro, que foram banidos do sistema cerca de dez anos antes de seu retorno "trinufal.

Bancar uma câmara de compensação tarifária a SETTRAN tem condições, visto que todo o dinheiro que entra vem das próprias empresas. Talvez falte qualificação técnica, "know-how".

Uma câmara de compensação bem gerida pode até gerar lucros para o próprio poder público, quando o que entra no caixa é mais do que suficiente para pagar as empresas o que lhes é devido. Lucro este que pode ser revertido para o próprio sistema, para a sua melhoria.

Muito bom esse papo nosso!! Queria que mais gente se envolvesse!!

Abraço!!

www.fotolog.terra.com.br/samuelmoitinho

Em 19/09/2009, às 11:46:29, Fernando disse:
Samuel, já que convidou.......
Acho que cada forma de remuneração tem os seus prós e contras. Nunca trabalhei com a remuneração por Km rodado, mas tenho conhecimento de como funciona. O maluf adotou essa forma na cidade de SP, mas a prefeitura não deu conta e acabou voltando ao sistema tradicional de remuneração (hoje em dia tem câmara de compensação e funciona muito bem).
Por Km rodado, o índice de cumprimento de viagens é altíssimo (chega a 99% de cumprimento, o que é muito bom para os usuários), as empresas se esforçam muito para cumprir as viagens, jáque se não rodar, não vai receber.
Já por Passageiro transportado, se um carro apresenta alguma falha e perde uma viagem por exemplo, teoricamente os passageiros que aquele carro iria levar, serão levados pelo próximo carro e a empresa será remunerada da mesma forma.
Em 19/09/2009, às 12:51:00, Thiago H. Silva => Udi bus disse:
Belo post, tomara que um dia possamos ver essas máquinas rodando nas ruas de Uberlândia.
Abraço!!
Em 19/09/2009, às 13:19:34, SAMUEL MOITINHO disse:
Acho que é mais ou menos assim:

Remuneração por Km rodado
Vantagens:
- o índice de cumprimento de viagens alto (se não viajar, não ganha);
- melhor remuneação em linhas deficitárias.

Desvantagens:
- Empresas podem relutar em diminuir algum trajeto ou em extinguir alguma linha que se mostre supérflua;
- independe da receita do sistema, pois é definido em contrato o valor do quilômetro rodado (esse é o grande problema desse tipo de remuneração: as prefeitura depois não conseguem pagar o prometido).

Agora, por passageiro

Vantagens:
- as empresas têm que buscar por qualidade para atrair mais passageiros para suas linhas;
- a receita é variável, o que facilita o funcionalemento de uma câmara de compensação, se instalada, e a receita para o sistema depende não somente da prefeitura, mas das próprias empresas;
- A criação de linhas e a determinação dos trajetos tende a ser racional,para rodarem não mais que o necessário, diminuindo os custos do sistema.

Desvantagens:
- essa mesma racionalização, em excesso, pode dificultar a criação de linhas de baixa demanda e de alta quilometragem - uma câmara de compensação aliviaria tais situações;
- a empresa pode se sentir desobrigada a cumprir todas as viagens (mas isso pode ser impedido pelo controle por parte do poder público);

Independentemente de cada sistema de pagasmento, a câmara de compensação é o instrumento ideal para o equilíbrio do sistema, quando este possui algum desequilíbrio.

Aqui em Uberlândia, o sistema é dividido em três lotes, com receita e despesa semelhantes. Assim, a receita específica de cada empresa, caso fosse instalada a câmara de compensação tarifária e caso continuasse o pagamento por passageiro, pouco mudaria em relação ao que é hoje. Se a remuneração fosse por quilômetro rodado, poderia haver diferenciações (ou não). Assim, enxergo que o pagamento por passageiros tende a ser mais favorável, pelo menos para a realidade de Uberlândia. Basta buscarem qualidade.
Em 20/09/2009, às 01:42:56, Gean | página pessoal disse:
Belos carros estes de Curitiba. Tomara que um dia ela traga algo assim para cá.
Querendo ou não, o sistema de transporte de Uberlândia é um dos melhores do país, e a Cidade Sorriso está presente tanto aqui, como em Curitiba, que também é referência, o que já prova um pouco da sua qualidade. A empresa não vai querer manchar sua imagem junto a população, então só podemos esperar o melhor dela.
Nome:
Mensagem:
caracteres disponíveis
E-mail (opcional):
URL (opcional):