Comentários (5):
Em 13/09/2009, às 23:26:36,
João Gomes de Sá
disse:
Alô, meus amigos caravaneiros!
Agora, depois desta foto, não sei
mesmo quem é o Frei! Marco ou Varneci?
Essa dúvida só assegura a certeza de que estamos em boas mãos!
FUI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
estou aqui: jgsacordel@ig.com.br
Em 13/09/2009, às 23:42:13,
Pedro Monteiro
disse:
Muito bem, amigo poeta Varneci.
Acrescento que nossa participação no Espaço Paulo Freire, será a partir das 19:00h e é certo que estaremos lá.
Em 15/09/2009, às 13:35:08,
KLÉVISSON VIANA
disse:
100 ANOS DE PATATIVA DO ASSARÉ
Em homenagem ao centenário de Patativa do Assaré, um dos maiores poetas populares do Nordeste, desenvolvi os personagens e cenários desse curta-metragem para o núcleo AMANDA de Animação. Roteiro e direção é da Luiza Falcão.
Assista agora:
http://www.youtube.com/watch?v=cRvMhc9gYQs
Em 19/09/2009, às 09:56:44,
CACÁ LOPES
|
e-mail
disse:
A CARAVANA DO CORDEL ESTARÁ HOJE NA CIDADE TIRADENTES E TAMBÉM EM GUAIANASES -SP NO ESPAÇO PAULO FREIRE/ACOLHER, O PRIMEIRO ENCONTRO SERÁ A TARDE E O OUTRO À NOITE.
APAREÇAM....
Em 24/09/2009, às 12:04:41,
KLÉVISSON VIANA
disse:
*****
AO MESTRE ALBERTO PORFÍRIO
Autor: Klévisson Viana
Artista como Porfírio
Não nascerá mais nenhum
Com seu talento incomum
Tinha a pureza do lírio
Sofreu amor e martírio
Como todo menestrel
Mas sendo à arte fiel
Tinha talento de sobra
Morre o homem, fica a obra
Gravada em pedra e papel.
Lapidou versos na rocha
Fez esculturas nos versos
Rompeu vários universos
Empunhando a sua tocha
Como a flor que desabrocha
Seu estro de menestrel
Tinha a doçura do mel
Um gigante da palavra
Morre o homem fica a lavra
Gravada em pedra e papel.
Foi repentista inspirado
No verso foi professor
Seguiu sempre com amor
Tendo a viola de lado
Cantou bem, foi respeitado
Foi gigante do cordel
Ganhou palmas e laurel
No Nordeste em toda parte
Morre o homem fica a arte
Gravada em pedra e papel.
Vá em paz, meu bom poeta
Nessa nova caminhada
E lá na mansão sagrada
Onde a alma se completa
Jesus, o maior profeta
Lhe abrace com São Miguel...
E que o trono de Emanuel
Lhe dê amável acolhida
Morre o homem fica a vida
Gravada em pedra e papel.
Seja mais um passarinho
No pomar do Criador
Castro Alves, o Condor
Seguiu no mesmo caminho
Aderaldo, Canhotinho...
E todo bom menestrel
Que contemplando o vergel
Escreve para os ateus
Que o poeta é a voz de Deus
Gravada em pedra e papel.