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Uma espécie de velhice

Postado por Siri em 02/04/2007 20:05

Como sempre será
Eu tenho meu brasão. Ele fala por mim, espada e escudo que me protegem, que fizeram a minha casa fora da minha casa, minha família repleta de desconhecidos, meu estandarte de guerra. Eu tenho meu brasão e dele torno minha voz num grito de duas cores. Meu brasão é a minha saudade de subir os degraus que me colocam à mesma altura de todos, de encontrar no peito de um estranho o meu verdadeiro sobrenome, de achar a voz do amigo antes da garganta. Meu brasão cobre os meus mortos, faz deles suas estrelas. Meu brasão aquece meus vivos. E quando eles reúnem-se sob ele, trazem-me de volta desta distância e me carregam sobre seus ombros, para dividir o seu pão e a sua cerveja. Quando um deles grita, eu daqui respondo um abraço que não tem separação.


Comentários (6):

Em 5/04/2007, às 10:17:42, Tuca | página pessoal | e-mail disse:
Pelo Sporti TUDO!!! Como sempre, lindas palavras!!! O campo estava relamente lindo. Foi um espetáculo. Como tu tás, home? Bjo grande
Em 5/04/2007, às 10:20:27, tuca | e-mail disse:
Eita, Sport com 'i' e 'relamente', realmente naum dá kkkkkkkk Bjinhos
Em 8/04/2007, às 12:39:47, NegaNunes disse:
Pelo sport tudo!
:) tudo de bom pra tu, sempre!

PS: Galêgo tá chegando meados de 20 de maio por aqui.
Em 9/04/2007, às 19:04:49, Siri disse:
Cheiros nas duas negas.
Em 12/04/2007, às 07:09:11, Negas Nunes disse:
Quase não dormi de ontem pra hoje por que a gente perdeu para a porra do santa, é foda. Mas pelo sport tudo! Bicampeões!
Em 12/04/2007, às 12:06:48, Bó disse:

Mais uma vez, como foi com a Portuguesa, só que mais ridículo ainda.
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