Postado por Roberto Matos em 08/04/2005 19:48
O do, ar, or e o do
Sonho acordado,
Acordo sem sonhar.
A cor do nosso amor,
Só tenho imaginado
Dado o dia por encerrado,
Paro de trabalhar,
Mas a alma do trabalhador,
Retoma o serviço empreitado.
Todo o olhar já me foi dado,
Feito para algemar,
Do laser frio, o calor,
No coração apaixonado.
Não sou eu o castigado,
Na gênese desse par,
O doce vira amargor,
O mundo fica contaminado.
Comentários (2):
Em 11/04/2005, às 16:53:45,
Paula Cury
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página pessoal
disse:
Dessa tristeza toda, labuta do dia-a-dia.. só posso dizer que teus versos iluminam final de tarde.
Beijos.
Paula
Em 20/04/2005, às 16:54:49,
Palena Duran
|
e-mail
disse:
Voltei!
E o coração me parece cravado, aqui e por aqui onde nem se sabe.
A construção poética está muito boa, de fato.
Sendo ficção ou não, soa paixão e amor-trabalho...
voltei, tá?
beijo