***Bruninha***
Categoria: Outros

Postado por **Bruninha** em 10/10/2008 22:11
10/10/2008 No banco dos réus
Investigador acusado de matar criança vai a júri após nove anos
Policial atirou na cabeça de Pablo, de 9 anos, na porta de casa
Reprodução O menino Pablo Eduardo
Cristina Christiano cristinamc@diariosp.com.br
Nove anos após matar, com um tiro na cabeça, o estudante Pablo Eduardo Ressude, o Dudu , de 9 anos, o investigador de polícia Antonio Marcelo Jordão Pacheco será levado a júri popular às 10h do próximo dia 15, no 2 Tribunal do Júri, em Santana, Zona Norte da capital. Pacheco foi denunciado pelo promotor Marcos Hideki Ihara por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Mas a advogada do policial , Solange Korbage, tentará desclassificar o crime para homicídio culposo (sem intenção de matar). O assassinato aconteceu em 21 de novembro de 1999, na Vila Nina, Zona Norte. Pablo brincava na porta de sua casa com o amigo Danilo da Silva da Costa, hoje com 19 anos, quando tiros foram disparados no quintal da residência do policial , que ficava em frente. Uma das balas, atravessou o portão de ferro e atingiu o menino. “Meu filho ouviu o barulho. Achando que era curto-circuito no poste de iluminação, correu. Ele ainda passou pelo Pablo e gritou ‘sai logo daí porque o fio está explodindo!’, mas o menino ficou estendido no chão”, lembra a zeladora Maria da Silva, mãe de Danilo. Segundo ela, naquele momento a mãe de Pablo apareceu assustada, perguntando pelo filho. Quando se aproximou do menino, ele já estava morto. “A imagem daquele dia não sai da cabeça. Meu filho podia ter morrido junto”, diz Maria. Trauma do amigo Maria lembra que Danilo sofreu muito com a perda do amigo. “Ele repetiu três anos seguidos na escola, não queria mais estudar nem sair na rua. Até hoje ainda tem problemas. Só de saber do julgamento, já passou mal e não dormiu direito ontem à noite”, conta. A tia de Pablo, Fabiana Ressude, diz que a família está confiante na Justiça. “Ele era filho único. Depois que morreu, os pais se desestruturaram.”
Por CRISTINA CHRISTIANO
Matéria que saiu , no Diário de São Paulo hoje, este é meu sobrinho que foi morto pelo policial Antonio Marcelo Jordão Pacheco. A defesa do assassino diz: VOCE NÃO PODE MATAR AQUILO QUE NÃO ESTÁ VENDO! Então SR Antonio Marcelo o senhor disparou 5 tiros de dentro de sua residência para rua para acertar uma mosca?
Nossa família está confiante na justiça dos homens e na de DEUS!
beijos a todos da amiga,
Roberta!
Comentários (2):
Em 10/10/2008, às 23:13:09,
*(",)_Martins Marck_
disse:
Ola Bruninha!!
vamos esperar que finalmente a justiça seja feita!!
Abraços...
Em 11/10/2008, às 12:08:05,
Nuza
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fotolog
disse:
boa tarde lindinha bjs no seu coração!!!!E fé em Deus q tudo vai dar certo !!!!
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