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TEMPO ANTIGO

Pessoas, fatos e coisas de outras épocas.

Categoria: Bairros e Cidades
Postado por Lavra em 22/11/2009 06:44

CARLOS ESTEVÃO - 1961
Durante anos este excelente cartunista, nos divertiu com seus desenhos, nas páginas da revista O Cruzeiro. Abordava temas engraçados da sociedade.


Comentários (10):

Em 22/11/2009, às 07:24:23, Candeias disse:
Ele era muito bom. Seu personagem O Amigo da Onça era sensacional. Me lembro de uma em que ele foi mostrado em seu belíssimo Cadillac e viu um português transportando um enorme relógio em um burrinho sem rabo, perguntando-lhe perguntou: "Por quê você não usa um de pulso?"
Em 22/11/2009, às 07:25:42, Candeias disse:
...perguntando-lhe então:
Em 22/11/2009, às 08:16:42, Alcyone disse:
Candeias, se o Herr Alz ainda não se instalou, tenho a impressão que o Amigo da Onça começou com o Péricles. Depois de sua morte o Carlos Estevão assumiu o desenho. Mas indubitavelmente, ambos eram sensacionais.
Em 22/11/2009, às 08:46:33, Menezes disse:

Acho que ele se casa POR AMO000RRRRR....minha senhora.


Em 22/11/2009, às 10:26:53, Luiz D´ | página pessoal disse:

Para mim o "Amigo da Onça" sempre me remete ao Péricles.
Em 22/11/2009, às 10:30:14, Candeias disse:
Era mesmo o Péricles, depois assumido pelo Carlos Estevão. Nessa segunda fase havia sempre uma legenda nos trabalhos dizendo "Uma Criação Imortal de Péricles".
Passa fora, alemão! Xô!
Em 22/11/2009, às 10:36:24, Cartunista disse:

O Amigo da Onça - criação imortal de Péricles - após a morte do autor, foi impingido à Carlos Estevão por Chateaubriand, dono de O Cruzeiro.

Num flagrante crime de lesa-propriedade, Estevão foi obrigado a copiar e criar histórias de um personagem que deveria ter morrido com seu autor.

A pergunta é: Quem impediria, na época, Chateaubriand de se apossar de um personagem que ele publicava em sua revista?

Avaliem e vejam como hoje os direitos dos autores são melhor respeitados.
Em 22/11/2009, às 10:40:22, Etiel | e-mail disse:

Lavra, parabéns pelo resgate de Carlos Estêvão e seus traços fortes, deliberada e excessivamente cariacatos e debochados.

O genial pernambucano foi, com Emanuel Vão Gogo/Millôr Fernandes (Pif~Paf), Péricles Maranhão (O Amigo da Onça) e Alceu Pena (Garotas do Alceu), um dos pilares de sustentação da prolongada boa fase de O Cruzeiro, nos anos 40 e 50.
Cheguei a conhecê-lo ligeiramente, quando morou na Ilha do Governador.

O loroteiro e presunçoso Dr. Macarra é, para mim, sua melhor ciação, embora também sejam hilariantes as seções
"As aparências enganam" e "Aprenda a ver as coisas".
Em 22/11/2009, às 11:14:12, Alcyone disse:
Péricles foi humorista até os seus últimos instantes. Matou-se em seu apartamento no Rio, abrindo o gás, mas deixou um bilhete do lado de fora da porta que dizia: não acendam fósforos.
Nâo sei se é verdade.
Em 22/11/2009, às 15:35:49, NALU disse:
Não sei se era dele, uma série do tipo "as aparências enganam", em que se vê uma cena de sombras num quadro, e no seguinte a cena verdadeira, em geral frustrando a expectativa, e daí tirava-se um fino humor.

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